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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
sábado, 6 de outubro de 2012
Eleições 2012
A política está acirradíssima. Temos candidatos naturais de Maniçoba e vizinhança, caso da candidata a prefeita Neide e de seu vice-prefeito Juju, além de três candidatos a vereador, Reginaldo Almeida, Zé de Pimenta e Romero Reino. Ficamos na expectativa de que, independentemente do resultado destas eleições, ganhe a situação (Dudu) ou a oposição (Neide, Batata, Severino), tenhamos mais atenção para o nosso povoado.
Que não sejamos lembrados somente na hora do voto, do porta a porta ou da realização do comício! Que tenhamos uma maior atuação do poder público de Capoeiras, com a viabilização de projetos que visem à melhoria do nosso povoado nas áreas da Educação, da Saúde, das obras públicas, do Lazer, entre outras.
Que não sejamos vistos apenas por nosso direito ao VOTO, mas como CIDADÃOS de fato e de direitos previstos em nossa Constituição!
terça-feira, 5 de junho de 2012
sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Maniçoba na Wikipédia
Maniçoba tem agora um verbete digital na enciclopédia livre Wikipédia. Criado para facilitar a pesquisa de internautas interessados em conhecer um pouco da história do Povoado. O link é de autoria de Karina Calado, sob o seguinte endereço: http://pt.wikipedia.org/wiki/Maniçoba_(Povoado)
Maniçoba (Povoado)
Maniçoba é um povoado localizado na rodovia estadual PE-193, entre as sedes dos municípios de Capoeiras e de São Bento do Una. Também conhecida como Maniçoba dos Ribeiros, a localidade tem na "Casa das Doze Janelas" sua construção mais característica, seguida pela capela de Nossa Senhora da Salete e o cemitério. A bodega de Duda e a praça em frente à igreja formam o centro cultural do povoado. A fronteira de dois municípios vizinhos passa, de acordo com o IBGE, pelo povoado, fazendo com que o posto de saúde e a escola municipal pertençam ao território de São Bento do Una enquanto a maioria das casas pertence ao território de Capoeiras. Tem como fundador o Senhor José Ribeiro Jessé.
Coordenadas geográficas: 8º37'38" S, 36º32'48" O
Altitude: 740 m
Movimentos Culturais
Ciclo Religioso: Novena em Latim no mês Mariano; Terço de Coração de Jesus na casa de Heleno de Manu; Terço de Padre Cícero na casa de Zé Braço; Festa de Nossa Senhora da Salete - Coordenada pelo Monsenhor Geraldo Batista de Lima; Cruzeiro do Padre Cícero - erguido a pedido de Dona Alta Parteira
Ciclo Junino: Apresentações da Quadrilha Asa Branca, que tem sua história marcada pelos marcadores e organizadores: Zé de Lero, Agostinho, Gerson, Badé, Karina, Karol, Edgar, Marlon, Luís Carlos, Socorro e Leila. Sempre animada pelo saudoso João Rufino (Cego do Piado).
Ciclo Natalino: Apresentações de Reisado, cujos principais expoentes são Manoel Livino, Zeca, Dirceu e Rafael; Apresentações de Pastoril, que tem como fundadores do movimento Professora Lúcia, Agostinho e Karol.
Ciclo das Cantorias: organizado por Salete do Queijo.
Ciclo do gado: Vaquejada - Geralmente Organizada pelas famílias Lodonho, Estevão, Velho e Pinto; Cavalgada da Amizade; Cavalhada: família Dirceu; Aboio: Tem como principais expoentes Juju e Miguel.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Maniçoba em LUTO

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.
(Manuel Bandeira)
domingo, 16 de maio de 2010
Nossa incrível dinâmica do pouco muda
domingo, 14 de março de 2010
domingo, 27 de janeiro de 2008
MANIÇOBA ENTREGUE ÀS BARATAS
A praça de Maniçoba, que já foi uma das mais belas e mais cuidadas de todos os povoados da região, ganhando, inclusive, da sede municipal, hoje, assim como a maioria das coisas públicas do município de Capoeiras, encontra-se entregue às baratas.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Maniçoba: louvando Jesus Menino
Dezembro está chegando e novembro guarda seus finados e dá passagem à luz que anuncia o espírito natalino.Lá em Maniçoba, no Agreste pernanmbucano, as pessoas desde sempre mostram o zelo que têm pela cultura do lugar; a "Casa das 12 janelas" e o carro de boi na frente dessa casa e um velho pote de água no canto da cozinha são uma prova disso.
As casas são agarradinas nas outras; nos quintais encontramos aquela areia fininha...fininha e meio escura, que as galinhas gostam de ciscar e pôr seus ovos de capoeira.
Poucos lugares no Brasil possem a riqueza que encontramos em Maniçoba: o reizado, o pastoril, as cantorias, a cavalgada da amizade e os leilões de bode pra animar as quermesses da pequena Igreja dão conta de que os capoeirenses (de Capoeiras-PE), os maniçobenses são atuantes e festejam também com muita alegria o Dia de São José, e acreditem! O bom Padre de lá, ainda usa aquele tipo de batina que a gente só vê impregnada nas imagens do "Padim Ciço". Eita, Maniçoba! Eita Lugar arretado!
Guardo boa lembrança do convite de Agostinho Jessé, um agitador cultural de Maniçoba. O desafio foi fazer um estandarte para o Pastoril, em homenagem ao Jesus Menino. Dito e feito: numa tarde de sábado e varando o domingo em Recife, minha mãe Noemia, minha irmã Brasília Morena e eu tecemos um estandarte azul e encanardo para mostrar também o nosso amor às raizes nordestinas.
(Graça Graúna, Nordeste do Brasil, 19.nov.2007)
*Capturado em: http://www.ggrauna.blogspot.com/, em 21 de nov. de 2007.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Maniçoba dos Meus versos - Cordel - página 01

Apreciem meus leitores
A história de um lugar
Povoado de memórias
De uma gente sem iguá
De cultura e tradições
Que em versos vou contar
Falo a vocês de Maniçoba
Em palavras cá rimadas
Levantando sua origem
Pelas histórias contadas
Desde um cercado de palmas
Que deu lugar a moradas
Muitos pés haviam
De uma planta danosa
O gado comia e morria
De sua folha apetitosa
Parecida com mandioca
Porém muito venenosa
Abundantes Maniçobas
Deram nome ao lugar
Outras árvores são história
Com licença, vou citar
O pé de caixão e a umburana
Em lágrimas pego lembrar

Cordel - página 02

Onde brincava e também via
Meu avô com sua arte
Inventava tudo e fazia
Cangas, mesas e cancelas...
À sombra da umburana fria
Ali onde preparava o fogo
Pra ferrar carro de boi
E a correnteza descia
Com um tempo sem depois
Sem dó cortaram a umburana
E minha infância com ela se foi
O pé de caixão é um símbolo
Vovô se foi e ele caiu
O defendia com toda garra
Ainda em vida pediu
Que ninguém o derrubasse
Mas a natureza não ouviu
E foi numa tarde triste
De chuva e ventania
Que as janelas do povoado
Com muita dor assistia
A briga pra ver com quem
Seu tronco caído ficaria
Cordel - página 03

Em trinta dou passada
Quando a família Ribeiro
Em várias terras espalhada
Se reuniu em Maniçoba
Na primeira missa rezada
Foi debaixo duma palhoça
Em frente ao casarão
Celebrada pela morte
Do meu bisavô João
Deixando um mundo de terras
Q’inda hoje tem questão
Meu avô o primogênito
Homem de grande coração
No mesmo dia da missa
Começou a doação
Pedido pelo o primo
Pr’uma bodega deu o chão
À beira da estrada a bodega
Começou a povoação
Vovô dando terreno
Haja casa em construção!
Homem e mulher trabalhando
Pra crescer a população

Cordel - página 04
Festa e grande leilão
Em homenagem à padroeira
Ainda teve procissão
Atrás do andor seguia o povo
Demonstrando devoção
O povo era de acordo
Que o padroeiro fosse São João
Mas Nossa Senhora da Salete
Tinha imagem à disposição
Ganhada de um político
Em época de eleição
Foi-se passando o tempo
Crescendo a animação
E o povo organizando
Grande festa pra São João
Tradicional e das melhores
Que se vê na região
Essa época se encanta
Com uma quadrilha arretada
É a linda Asa Branca
A cada ano renovada
Mesclando o antigo e o novo
Sempre brilhando e animada









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